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Interceptação telefônica reforça hipótese de que médicos foram executados por engano


Uma interceptação telefônica da Polícia Civil do Rio de Janeiro reforça a suspeita de que os responsáveis pela execução do atentado que deixou três médicos mortos e um gravemente ferido em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na madrugada desta quinta-feira (5), teriam confundido uma das vítimas com Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, filho de um chefe de milícia na Zona Oeste.

“O aviso de que Taillon estaria lá, que levou os suspeitos a cometerem o crime, foi feito por um integrante de um grupo rival ao de Dalmir Pereira Barbosa, pai de Taillon. O grampo mostra um alerta aos executores de que o alvo estaria naquele quiosque na Barra da Tijuca”, diz o jornalista Guilherme Amado em sua coluna no Metrópoles.

A comunicação interceptada imediatamente antes do crime levantou a suspeita dos investigadores de que o médico Perseu Almeida tenha sido confundido com o verdadeiro alvo dos assassinos. 
De acordo com o G1, Taillon de Alcântara Pereira Barbosa “é filho de Dalmir Pereira Barbosa, apontado como um dos principais chefes de uma milícia que atua na Zona Oeste. Taillon chegou a ser preso em uma operação, no fim de 2020”. Ainda conforme a reportagem, Taillon reside próximo ao quiosque onde ocorreu o crime. 

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