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Treze preservativos foram encontrados na boca de vendedora morta em Juazeiro e ex está foragido

 



A Delegacia de Homicídios de Juazeiro elucidou a morte de Francisca Nunes Evaristo, ocorrida no dia 15 de dezembro de 2020. Segundo as investigações, o principal suspeito do assassinato da vendedora de cocadas, cujo corpo foi encontrado carbonizado em sua residência, é o seu ex-companheiro – contra quem foi obtido um mandado de prisão preventiva. O acusado, Márcio Cupertino Sacramento, 59 anos, está foragido.


De acordo com a apuração da DH/Juazeiro, dias antes da morte, Francisca tinha confidenciado a pessoas próximas que havia pedido ao companheiro para deixar sua residência, mas ele exigia uma alta quantia de dinheiro para fazê-lo. Além disso, o suspeito, que trabalhava no Mercado do Produtor da cidade, não compareceu ao trabalho no dia seguinte ao assassinato da vendedora e foi visto por testemunhas com uma bolsa nas costas, em direção a Petrolina (PE). Ele está foragido.


Os investigadores foram informados por familiares do suspeito de que ele já havia matado quatro mulheres – três em Salvador e uma em Minas Gerais. Segundo estes relatos, o autor costumava se aproximar de mulheres sozinhas, conquistar sua confiança e depois assassiná-las.


A perícia realizada no corpo da vítima atestou que havia 13 embalagens de preservativos masculinos dentro de sua boca, o que indica que houve asfixia antes de o corpo de Francisca ser incendiado.

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