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Projeto que previa distribuir cloroquina a profissionais da saúde da PB é reprovado


 Em meio a tantos deslizes por parte do Ministério da Saúde, na condução da pandemia do novo coronavírus, a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) derrubou por 14 votos a 12 (além de duas abstenções), o projeto de lei do líder da bancada de oposição, deputado estadual Cabo Gilberto (PSL), que queria obrigar o governo do estado a distribuir para os profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate à covid-19 um kit de medicamentos composto pela Ivermectina, Vitamina D e Zinco, Azitromicina e Hidroxicloroquina, que foi apelidado de ‘kit Capitão’.

O deputado estadual Anísio Maia (PT) foi um dos que se colocou contra o projeto. Segundo ele, a proposta não tinha base cientifica para se mostrar eficaz.

“Os medicamentos de prevenção são válidos, mas eles devem ser indicados pelos médicos e não por nós deputados”, disse Maia, destacando que A iniciativa, remanescente de agosto do ano passado e denominado de “kit do capitão”, chegou a obter parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e estava acompanhado de uma emenda do deputado Taciano Diniz (Avante).

A emenda obrigava prévia receita médica, mas, mesmo assim, do mesmo jeito que aconteceu na Comissão de Saúde da Casa, a matéria terminou barrada pelo plenário depois de intensa discussão.

Mesmo ponderando suas posições depois de conhecer a emenda do deputado-médico Taciano Diniz, o primeiro a contestar o projeto foi o deputado Anízio Maia (PT), para quem a matéria contrariava as orientações científicas desde o começo da pandemia.

O deputado Cabo Gilberto autor do projeto lembrou que o projeto não é recente e que ganhando a emenda do deputado Taciano Diniz só teria a contribuir no combate à covid-19, especialmente no que se refere a oferecer mais um apoio dos poderes públicos àqueles profissionais que atuam na linha de frente nos hospitais e postos de saúde do estado.

 

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