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Brumado: Vereadores abandonam sessão tumultuada e presidente ignora regimento interno



A sessão da câmara de vereadores de Brumado desta sexta-feira (13) foi tumultuada com vereadores de oposição abandonando o plenário e o presidente em exercício, Paulo César de Souza Ferreira (PCdoB) ignorando o regimento interno. Em pauta, o poder legislativo deveria ter votado o código de obras e urbanismo e a criação da taxa de lixo. O site Achei Sudoeste entrevistou o vereador Reinaldo de Almeida Brito (DEM), o Rey de Domingão, que demonstrou insatisfação com a quebra do regimento interno do poder legislativo, quando ele solicitou um requerimento verbal para a apreciação das propostas. De acordo com ele, na pauta da próxima sessão, na segunda-feira (16), não constava os referidos projetos da taxa de lixo e do código de obras e urbanismo, já demonstrando a não apreciação dos projetos polêmicos do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (PSB). “De acordo com nosso regimento, temos o direito de solicitar o regime simples e eles passaram por cima de tudo”, disparou.

                                                 Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Domingão acusou que os vereadores de oposição não estão conseguindo exercer o seu papel em prol da população por conta das manobras políticas do grupo situacionista. “Estamos todos indignados e vamos acionar a justiça para que tenhamos direito de trabalhar para o nosso povo”. O vereador Beto Bonelly (PSB) disse que a bancada buscará os seus direitos jurídicos para que a comunidade não seja prejudicada. “O que deixa a gente feliz é que estamos com a população do nosso lado e temos que moralizar essa casa legislativa”. Já Amarildo Bomfim (PSB) chamou de “ditadura legislativa” as tentativas de manobras que, segundo ele, visam prejudicar a população local. “Quando você não segue a lei, você se torna ditador e eles não seguiram o regimento legislativo desta casa hoje”. Para os parlamentares, o requerimento não foi aceito por conta de que a bancada de situação estava com a minoria e os projetos seriam rejeitados em plenário. Procurado, o presidente da sessão, Paulo César, não quis comentar e alegou que a imprensa distorceria as suas palavras.

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